A Eni enviou a primeira carga de gás natural liquefeito (GNL) da Fase 2 do projeto Congo LNG, marcando o início das exportações de GNL da unidade flutuante de gás natural liquefeito (FLNG) de Nguya, na costa do Congo.
Com o início da Fase 2, o projeto Congo LNG atingiu uma capacidade total de liquefação de 3 milhões de toneladas por ano, o equivalente a cerca de 4,5 bilhões de metros cúbicos de gás por ano. O projeto processa gás dos campos de Nené e Litchendjili, na área de concessão marítima Marine XII.
O primeiro carregamento marca a transição do projeto para a produção comercial e faz parte da estratégia da Eni de expandir seu portfólio de GNL para 20 milhões de toneladas por ano até 2030, por meio de projetos em diversas regiões geográficas.
“Hoje alcançamos um marco muito importante graças à relação de confiança construída com as instituições do país e as comunidades locais. Fomos a única empresa a investir em gás para desenvolver o mercado interno e reduzir a queima rotineira.”
“Essa decisão, tomada há mais de 20 anos, nos levou a descobrir volumes suficientes para viabilizar também a exportação. A Fase II do projeto Congo LNG foi concluída em tempo recorde em comparação com as médias do setor, aumentando a disponibilidade de gás nos mercados internacionais e contribuindo para a segurança energética italiana e europeia, além de gerar benefícios concretos para a economia local”, afirmou Claudio Descalzi, CEO da Eni.
A Fase 1 do projeto Congo LNG, baseada na unidade flutuante de liquefação Tango, iniciou suas operações em dezembro de 2023. A construção da unidade FLNG Nguya para a Fase 2 foi concluída cerca de 35 meses após o início das obras.
A Eni opera na República do Congo desde 1968 e atualmente é a principal produtora de gás associado e não associado do país, com uma produção própria de cerca de 70 mil barris de óleo equivalente por dia em 2025, com previsão de aumento para cerca de 110 mil barris por dia em 2026.